Isadora
Duas semanas. Esse é o tempo que separa os últimos acontecimentos da quietude em que estamos agora. Quietude não é paz. É mais como um intervalo entre tempestades.
Eu e Sebastian trabalhamos de casa, cercados de seguranças como se fôssemos personagens de um filme em que o perigo nunca dá trégua. Saímos apenas quando é inevitável, e sempre acompanhados, como se estivéssemos sendo seguidos por uma sombra invisível. Rebeca e Ísis estão seguras nas montanhas do Sul, Antônio e a espos