Sebastian chegou na frente da casa da minha mãe pouco depois do horário combinado. O carro preto brilhava sob a luz fraca do poste da rua, e ele estava encostado na porta, com as mãos nos bolsos, de um jeito casual que parecia tão natural nele, mas que ainda assim me deixava com o coração acelerado. Respirei fundo antes de atravessar o portão de madeira da casa, tentando ignorar o frio na barriga que me tomava só de vê-lo ali.
— Pronta? — ele perguntou, com aquele sorriso contido, quase tím