Sebastian
Isadora adormece no meu braço. Fico aliviado que ela tenha conseguido finalmente se entregar ao sono, sem medo. Estou preocupado a insônia dela. Ela tem reclamado de pesadelos, acorda pensando que ainda está presa na mata, ou no rio em que ela diz que atravessou para fugir dos sequestradores. Só de imaginar tudo o que ela enfrentou para se salvar, sinto uma amargura enorme.
Tiro o meu braço debaixo da cabeça dela, bem devagar. Ela se remexe e vira para o lado, mas não acorda. Sa