Isadora
Ainda sinto a corda queimando meus pulsos. Meus dedos estão dormentes, mas tento mexê-los o tempo todo para não perder a sensibilidade. Perdi a conta de quantas vezes cochilei e acordei de novo, a mente enevoada pela escuridão, pelo cansaço e pelo medo que não dá trégua. Não sei se já se passaram horas, um dia, dois… aqui dentro, sem nenhuma referência, o tempo se dilui e tudo o que resta é a incerteza.
Kaisen acordou há algum tempo. Quando abriu os olhos, fiquei aliviada, mesmo