A noite estava calma, quase silenciosa, exceto pelo som suave das ondas quebrando na areia e o farfalhar distante das folhas de coqueiro balançando com a brisa salgada. A lua refletia no mar, criando um caminho prateado que parecia levar até o infinito. Caminhei ao lado de Vini com os pés descalços, sentindo a areia fria deslizar entre meus dedos. A cada passo, um pedaço do peso que eu carregava parecia se dissolver no vento.
Vini olhou para mim por um instante, antes de voltar os olhos par