O avião ganhou velocidade, e meu corpo respondeu com aquela velha rigidez que me acompanhava desde a primeira viagem de avião. Apertei o braço da poltrona com uma das mãos e, com a outra, continuei segurando a dele. Sebastian não disse nada, apenas entrelaçou os dedos nos meus e manteve o olhar sereno em mim, como se estivesse ancorando a minha turbulência com o silêncio dele.
Quando o jatinho finalmente estabilizou nas alturas, pude soltar o ar dos pulmões e relaxar um pouco. Ainda não era