Na penumbra suave do estúdio reservado, o silêncio reinava como um sussurro prestes a ser rompido por acordes. As paredes eram revestidas de tecidos escuros, que abafavam qualquer som externo, criando uma bolha íntima onde o tempo parecia desacelerar. As luzes quentes, posicionadas com precisão, lançavam sombras tênues sobre o palco de madeira polida, criando um cenário quase onírico, meio teatro antigo, meio sonho noturno.
No centro do palco, Irina se preparava para mais uma apresentação, mas