CAPÍTULO 11 — KAUÃ E O CAFÉ

A manhã chegou empurrando o bafo quente de Manaus pra dentro da cela de cedro.

Eu não tinha pregado o olho.

O corpo doía inteiro. As costas reclamavam do colchão de espuma rala. As pernas pesavam. E aquele calor fantasma que Caruã tinha deixado na minha nuca ainda parecia pinicar a pele, como se o toque dele não tivesse ido embora de verdade.

Lá fora, o acampamento já tinha acordado.

Machado batendo em lenha verde. Voz baixa passando de um lado pro outro. Água correndo no igarapé. O tip
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