— Você realmente acha que sabe quem eu sou? — perguntei em um tom calmo, mas firme, deixando cada palavra pender no ar como uma ameaça velada.
O silêncio que seguiu foi quase palpável. O sujeito ao lado da garota engoliu em seco, tentando manter uma postura altiva, mas o suor na testa o denunciava.
— E por que, diabos, eu deveria saber? — ele retrucou, mas sua voz já não tinha a mesma força.
Avancei um passo, o olhar fixo nos dois, e baixei o tom da voz, como se revelasse um segredo perigo