Francine deu duas batidinhas leves na porta entreaberta, equilibrando a bandeja com o cuidado de quem serve chá da realeza.
— Trouxe um agrado da cozinha — anunciou, com um sorriso doce demais pra ser só simpatia.
Denise ergueu os olhos por cima dos óculos. Estava sentada atrás da mesa, concentrada em um amontoado de contratos, com uma pilha de correspondências ao lado.
— Isso tudo é gentileza demais vindo de você — respondeu, desconfiada, mas divertida. — Vai ver bateu a febre?
— A feb