As duas se entreolharam, e Francine suspirou como quem precisava de um banho de sal grosso.
— Vamos pedir a conta antes que mais algum milionário tente comprar a nossa dignidade — ela resmungou, levantando a mão para chamar o garçom.
Mas o rapaz se adiantou, já se aproximando com um sorriso.
— Senhoritas, o almoço já foi pago. O cavalheiro que estava com vocês pediu para avisar.
Francine fechou os olhos por um segundo e murmurou:
— Óbvio.
Malu deu uma cotovelada leve nela, rindo: