237 - Rindo pra não chorar

Quando Francine acordou, seu queixo foi puxado de uma vez para cima, e a primeira coisa que ela viu foi um celular quase entrando em seu rosto.

Por um segundo, pensou que estava sonhando, porque tudo ainda estava escuro, e havia apenas uma luz sobre ela que quase a deixava cega.

Mas o pescoço doía, o braço não se movia, e o ar cheirava a mofo. Então não era sonho.

Francine piscou algumas vezes, tentando entender o cenário.

Uma cadeira metálica. Um feixe de luz sobre ela. Escuridão ao redor.

Tentou mexer o pulso e ouviu o som seco do metal. Correntes.

Maravilha. Sequestrada.

"Olha só que glamour", pensou. “Às vésperas de realizar meu sonho de desfilar na Paris Fashion Week, eu viro protagonista de Cativeiro — o Filme. Que sorte a minha.”

Tentou puxar mais uma vez, em vão.

A cadeira não cedia.

Os tornozelos também estavam presos.

E foi aí que ela viu o homem que a acompanhara desde o aeroporto, o mesmo motorista educado de blazer, agora sem o sorriso e com o olhar frio, observando-a de
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