Enquanto Francine tentava se estabelecer em Paris, batendo de porta em porta em busca de uma agência, Dorian descobria que viver sem a presença dela era como caminhar em um deserto interminável.
Cada manhã parecia mais árida, cada noite mais longa.
A esperança de reencontrá-la no baile da Montblanc, dali a dois meses, era o único fio que ainda o mantinha focado.
Naquela manhã, sentado à cabeceira da longa mesa de reuniões, ele se esforçava para manter a postura.
Executivos falavam de