Francine acordou com um peso no peito. O visor do celular brilhava em vermelho: saldo quase zerado.
Ela suspirou fundo, empurrou o lençol e encarou o teto do quarto do hotel como se ele pudesse oferecer uma solução milagrosa.
Nada.
— Café da manhã primeiro, drama depois — murmurou para si mesma, descendo até o saguão.
Engoliu rápido um croissant murcho e um café forte demais.
Quando saiu à rua, o frio da manhã parisiense a atingiu como um choque de realidade.
Ela fechou o casaco e