O grupo desceu pela fenda como quem mergulha em uma lembrança reprimida. As paredes vivas pulsavam com ecos do que Elisa foi — e do que ainda podia se tornar. Fragmentos de suas memórias tremeluziam nas superfícies como reflexos de um espelho estilhaçado: risos infantis, gritos sufocados, a dor da separação.
Ao alcançarem o fundo, o ar tornou-se espesso, pesado como se o próprio tempo hesitasse em passar. Lá, no centro de um campo de raízes enegrecidas, estava ela — a outra Elisa.
Não mais uma