A cidade esquecida parecia ter sido arrancada do tempo. Nenhum mapa a registrava, nenhum satélite a enxergava. Entre construções de pedra cobertas por musgo e silêncio, o grupo avançava com cautela — Miguel, Valéria, Léo, Mateo, Arthur e Elisa, que agora caminhava com passos firmes, guiada por uma memória que não era só sua.
— Aqui começou o véu — sussurrou ela, tocando um arco esculpido com runas apagadas. — Onde a realidade foi dobrada pela dor e selada pelo sacrifício.
As ruas estavam vazias