O ar pareceu encolher dentro da casa depois daquela frase.
“O futuro não nasce livre."
Senti como se algo tivesse cravado unhas invisíveis ao redor do meu ventre. Não era dor — ainda não. Alexander se moveu antes que eu pudesse pensar. Ele ficou à minha frente, o corpo inteiro tensionado.
— Nem pense — ele disse, a voz baixa, perigosa. — Você não chega nem perto dela.
Anissa inclinou a cabeça, estudando-o como quem observa uma obra inacabada.
— Sempre tão dramático — murmurou. — Desde pequeno a