A casa demorou a voltar ao normal — se é que ainda existia um “normal” para nós.
Valerie selou portas e janelas com símbolos que não brilhavam, apenas existiam, como cicatrizes no ar. Josette fez a ronda externa em silêncio, a faca ainda na mão, o maxilar travado. Luna foi levada para o quarto, mas eu sabia: ela não dormia. Crianças sentem quando o mundo muda de eixo.
Alexander sentou-se à mesa da cozinha, os cotovelos apoiados, o olhar perdido no tampo de madeira. A marca em seu braço estava o