A madrugada avançou como um animal cauteloso, deslizando pelas frestas da casa sem pedir permissão. Ninguém dormia. Nem mesmo a estrutura parecia descansar.
Valerie terminou o último selo pouco antes do amanhecer. O símbolo não brilhava.
— Pronto — ela disse, recuando um passo. — Agora estamos… menos expostos.
— “Menos” não me tranquiliza — Josette respondeu, sentada no balcão da cozinha, girando a faca entre os dedos.
— Deveria — Valerie rebateu. — Se estivéssemos totalmente protegidos, Azrael