A dor da marca não parou ao deixarmos a clareira. Ela pulsava no meu punho como um coração, como um lembrete maldito daquele momento. Cada batida parecia sussurrar o nome de Luna, como se o símbolo tivesse consciência própria, como se me puxasse na direção dela — ou a denunciasse para algo muito ruim.
Alexander caminhava ao meu lado, em silêncio, tenso. O cheiro da floresta ainda carregava os resquícios de Azrael, uma presença que não se dissipava facilmente. Josette seguia em nossa frente, já