Já haviam se passado alguns dias desde que tudo acontecera, mas para mim parecia uma eternidade. A ausência de Luna não era apenas um vazio — era uma presença constante, dolorosa, que se infiltrava em cada pensamento, em cada silêncio. Eu tentava me manter firme, racional, repetindo para mim mesma que ela estava segura, bem cuidada, amada. Ainda assim, a saudade apertava o peito como um nó impossível de desfazer.
Foi então que tive a ideia quase óbvia: precisávamos vê-la. Nem que fosse por uma