Ela ficou ali, me olhando como se ainda tentasse decidir se me perdoava, ou se me odiava.
Mas a verdade é que, quando se tratava de nós dois, as duas coisas sempre vinham juntas.
Dei um passo à frente.
Depois outro.
E quando ela não recuou, soube que o jogo estava decidido antes mesmo de começar.
— Eliza… — murmurei, quase num pedido.
Ela respirou fundo, e o som da respiração dela se misturou à minha.
As palavras morreram ali, entre nós.
E então ela me beijou — ou talvez eu tenha beijad