O silêncio que se seguiu após a revelação de Bennet não era apenas denso, era ensurdecedor. Mais parecia uma tormenta prestes a desabar.
Kabir e Saniya estavam imóveis, congelados em suas expressões de espanto, os olhos arregalados, as bocas entreabertas. Era como se a sala inteira tivesse prendido a respiração.
Bennet permanecia de pé, diante de Kabir, aguardando qualquer reação. E eu, por dentro, implorava aos deuses que meu marido dissesse algo. Qualquer coisa. Que contestasse, que oferecess