Ao entrar na sala, encontro os três adultos espalhados em cantos opostos do cômodo, como peças de um tabuleiro mal jogado. Nenhum deles se olha. Nenhum parece respirar. O ar está pesado, espesso, como se as paredes absorvessem a tensão e devolvessem em silêncio. Aposto todas as minhas rúpias que o único som audível até agora foi o da minha respiração contida.
Assim que me nota, Bennet se levanta do sofá com um sorriso brando, quase tímido, e caminha em minha direção.
— Acha melhor eu ficar na c