Depois, ficamos em silêncio. Apenas nossos corpos entrelaçados, suados, cansados e, ainda assim, tão vivos. Deito sobre seu peito, ouvindo o som do seu coração, como se fosse o único som que importa no mundo.
Bennet me segura forte, como se eu pudesse desaparecer. Seus dedos passeiam distraídos pela minha pele, como se ainda estivessem tentando acreditar que estou aqui, real, deitada sobre seu peito. Meu ouvido repousa sobre o som de seu coração. O ritmo lento. Profundo. Familiar.
— Você realme