Me levanto com cuidado, vestindo de volta o sari que havia escorregado ao chão. A seda ainda guarda o perfume dele. Ainda tem o calor de nossas memórias.
Vou até a janela e abro levemente a cortina.
Lá fora, o céu começa a clarear. Um tom rosa-pálido invade o horizonte, dissolvendo a escuridão da madrugada. Pássaros já se movimentam entre as árvores, como se o mundo estivesse dizendo: “a vida continua, mesmo quando dói”.
Respiro fundo e fecho os olhos.
Quando volto para a cama, Bennet desperta