E então, ele faz algo que me paralisa.
Seus dedos tocam minha clavícula direita, no ponto exato onde o osso se sobressai da pele. Um gesto quase imperceptível, mas que meu corpo reconhece antes mesmo da minha mente. Abro os olhos num sobressalto e o vejo ali, hipnotizado, seguindo com os dedos um caminho lento e reverente pelo meu colo. Tão leve, tão suave, que mal sinto o toque… mas meu corpo inteiro arde.
Os dedos escorregam, deslizando sobre o volume dos meus seios, que sobem e descem no mes