Bennet o observa sair. A tensão em seu rosto é clara, as sobrancelhas franzidas, o maxilar contraído. Quando nossos olhares finalmente se encontram, vejo um brilho breve de ternura, mas que logo se apaga, substituído pela incerteza do que está por vir.
— Você deve estar se perguntando por quê está aqui... — começo, a voz fraca, hesitante — Nós precisamos conversar sobre algo importante.
— É sobre Niyati? — ele pergunta, lançando um olhar para a cama onde minha filha dorme.
— Sim. – sussurro.
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