A porta do quarto se fechou novamente.
Lúcia estava tão sem graça que queria que o chão se abrisse para que ela pudesse se esconder. Não fazia ideia de como encarar Leopoldo no futuro. Ao levantar os olhos e ver Sílvio sorrindo com aquele ar maroto, a raiva subiu em sua garganta. Com um olhar feroz, ela resmungou:
— Não ria.
— Tudo bem. Se minha esposa não quer que eu ria, eu não rio.
Sílvio estendeu a mão para segurá-la novamente. Ela, no entanto, a afastou de imediato.
— Tá chateada porque