O portão da mansão se abriu com violência, os seguranças correndo para cercar o carro de Maxim que entrava com vidros estilhaçados e marcas de tiros. O coração de Amélia ainda estava em disparada, os ouvidos zunindo com o eco dos disparos que haviam trocado na estrada.
Benjamin chorava em seu colo, agarrado com tanta força que ela mal conseguia respirar. O pequeno não entendia, mas sentia o peso do pânico que pairava no ar.
— Levem Amélia e o menino para dentro! — rugiu Maxim, a voz cortante, e