Amélia
A luz suave do amanhecer filtrava-se pelas cortinas do quarto de hotel. Amélia acordou com a respiração dele em sua nuca, o braço de Maxin ainda repousado em sua cintura como uma corrente invisível. O corpo dela doía, não de dor, mas da intensidade da noite anterior. Cada marca deixada por ele parecia pulsar com um aviso: você é minha.
Mas Amélia não queria pertencer a ninguém.
Com cuidado, afastou-se do corpo dele, sentando-se na beira da cama. O coração batia forte. Ela olhou para trás