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Ela estava vestida de forma simples, mas a força e a familiaridade de seu olhar eram inconfundíveis. Ela estava viva. De pé, na nossa sala, que por meses carregou o peso de seu "luto".
Lua, que estava debruçada na cadeira de rodas, parou de chorar e levantou a cabeça. Seu olhar foi de mim para o corpo da irmã, e ela soltou um gemido.
— Lya... — A palavra era um sussurro sufocado de incredulidade.
Meus pais ficaram imóveis, o choque em seus rostos ainda maior do que quando Anahí gritou a verda