NATÁLIA.
A sala estava vazia, mas eu ouvi um choro vindo do corredor. Eu corri para lá.
E então, eu a vi.
Lua, a irmã mais nova de Merlya, estava chorando, encostada na parede, apoiada em suas muletas. Ela estava sozinha.
Eu não vi Merlya, mas a irmã ferida era um prêmio. Eu a puxei pelo braço.
— Onde está a sua irmã, sua inválida?!
— Me solta! Eu não sei! — Lua gritou, debatendo-se e tentando me afastar com uma das muletas.
— Você está mentindo! Ela está viva, não está? E você sab