ANAHÍ
O ar parecia ter saído de meus pulmões. Olhei para o rosto de Merlya, o mesmo rosto que eu havia lamentado, o mesmo que eu havia visto em pesadelos, e a realidade se dobrou.
— Você... você está viva — murmurei, dividido entre o alívio profundo e a raiva pela dor insuportável que Merlya havia causado a todos nós.
— Sim. Eu estou viva, Anahí. Mas preciso que você me escute, agora, antes que você faça algo estúpido que possa nos matar.
Merlya se aproximou. Pela primeira vez, eu notei o medo