Alejandro Albeniz
— Catalina... — sussurrei, com a voz embargada pelo choque, pelo absurdo da realidade à minha frente.
Os olhos dela se abriram de imediato, arregalados, opacos pela dor e por algo que eu só poderia descrever como uma ausência de fé. Ela me olhou como se eu fosse uma miragem. Como se minha presença ali fosse mais uma brincadeira sádica da sua mente torturada.
— Você... — a voz dela era um fio quebradiço, frágil. — Você é só mais um dos meus sonhos... um sonho até que... deliran