O telefone vibrou antes mesmo que a consciência de Ariana voltasse por completo.
Uma notificação iluminou a tela.
Eduardo
“Soube que voltou.
Posso te ver?”
A respiração dela travou.
Por um segundo, Ariana achou que ainda estava sonhando — talvez alguma mistura estranha de nostalgia, álcool e quase-beijo.
Mas não.
Era real.
O passado — o amor de adolescência, a ferida aberta, a história mal resolvida — batendo na porta do presente com uma frase curta e devastadora.
Posso te ver?
Ariana sentou na