Ariana acordou devagar, como quem volta de um sonho quente demais para ser esquecido.
Por um instante não entendeu onde estava. O teto não era o dela. A luz entrando pela janela também não.
Seu quarto sempre amanhecia mergulhado num breu controlado pelas persianas automáticas.
Ali, porém, o sol atravessava uma fresta suave, dourando o len