Nove meses haviam se passado desde a partida de Alex, e Nina estava finalmente encontrando um equilíbrio. Ela havia voltado a ser mais parecida com a pessoa que costumava ser - ainda profissional e competente, mas também humana e compassiva.
A carta para Alex continuava salva em seu laptop, não enviada. Toda semana ela a abria, lia, e considerava enviá-la. Mas toda semana a coragem a abandonava no último momento.
“Talvez seja melhor assim”, ela se dizia. “Talvez ele tenha seguido em frente.”
Ma