Seis meses após a partida de Alex, Nina havia encontrado um ritmo. Não era felicidade - ela duvidava que conseguiria ser verdadeiramente feliz novamente - mas era funcionalidade.
Era sobrevivência.
Ela acordava às cinco da manhã, ia para a academia, tomava seu café da manhã sozinha enquanto revisava e-mails, e chegava ao escritório às sete e meia. Trabalhava até as oito da noite, voltava para casa, jantava algo simples, e estava na cama às dez.
Era uma rotina precisa, controlada, que não deixa