Claro que ele tinha que aparecer, justo hoje, quando, depois de dias sozinha, eu realmente gostaria de ficar sozinha.
Ele está ali, a poucos passos. E mesmo sem olhar, eu sinto o calor dele, a presença, como se o ar ficasse mais denso só porque ele respira no mesmo espaço que eu.
“Não conseguiu dormir?”
Some por meses. E agora quer conversar como se nada tivesse acontecido? Como se não tivesse me deixado naquele limbo de sinais trocados, me arrastando por dias entre raiva, dúvida e... saudade?