— Ayla... — respiro fundo, engolindo o nó na garganta. — Você pode dar licença? Eu preciso conversar com o Marco. Sozinhos.
Ela hesita por um segundo, olhando de mim pra ele. Dá pra ver que ela está pronta pra ficar se eu pedir. Mas eu balanço a cabeça, pedindo com o olhar. Ayla suspira e sai, fechando a porta atrás de si com cuidado.
Silêncio.
Marco está parado no meio da sala, com os ombros tensos, o maxilar travado, mas evita meu olhar. Eu também demoro uns segundos antes de falar. Não quero