Ainda sinto o coração batendo feito tambor no peito. Jade está encolhida nos meus braços, chorando baixinho, os dedos agarrados com força na minha camisa. Eu respiro fundo, tentando acalmar os dois — ela e eu. Mas o momento mal dá espaço pro alívio.
— Ei! — ouço uma voz vindo em nossa direção. — Que porra foi essa?
Levanto o olhar e vejo o cara do quiosque correndo até a gente, com os olhos arregalados ao ver a porta do banheiro estourada no chão.
— Cês tão malucos?! Arrebentaram a porta? Iss