— ELIZABETH!
O grito de John ecoou por todo o salão, cortando o som ambiente, abafando até a música suave que tocava discretamente.
O som do corpo dela rolando degrau após degrau foi um ruído seco, brutal, que perfurava os ouvidos de quem assistia, paralisado, incapaz de reagir. O bater surdo contra a madeira e o impacto final no chão gelaram o sangue de todos. Mãos cobriam bocas em choque, olhos arregalados, expressões de puro horror se espalhavam pelo salão.
Quando, enfim, ela parou após o úl