O lounge onde o quarteto estava parecia saído de um catálogo proibido de desejos e conspirações: almofadas gigantes, luzes âmbar, incenso discreto, e uma playlist que misturava jazz e batidas árabes. Nada ali era casual. Nem o cenário. Nem os olhares.
Clara estava reclinada em uma das almofadas, com uma taça de vinho branco na mão, pernas cruzadas, olhar felino.
Léo estava diante dela, copo de uísque, camisa meio aberta — e ego machucado pela cena que testemunhara mais cedo.
— Então… Gianluca —