Não aguentei ficar parada por muito tempo.
Saí do quarto assim que pude, descendo rápido, o coração apertado de novo, a respiração irregular.
— Antônia?
A voz saiu mais baixa agora.
Mais cuidadosa.
Encontrei ela no corredor lateral.
Sentada.
Chorando.
Os ombros tremendo, o rosto escondido nas mãos.
— Antônia…
Ela levantou o rosto na hora.
Os olhos vermelhos, inchados.
— Minha menina…
Fui até ela rápido, me abaixando na frente dela.
— O que ele fez?
Ela tentou sorri