O quarto parecia menor.
Ou talvez fosse a sensação.
Eu andava de um lado pro outro, descalça, os braços cruzados, a cabeça fervendo, a testa levemente franzida, a respiração curta. Cada passo batia no chão com força, como se aquilo fosse aliviar alguma coisa.
Não aliviava.
— Que droga… — murmurei, passando a mão pelo cabelo ainda meio úmido, puxando levemente os fios com irritação.
Parei no meio do quarto de repente, o olhar travando.
Meu celular.
Olhei ao redor, os olhos se movendo rápi