O som da risada zombeteira de Eleanor ainda ecoava no estúdio, mas logo foi abafado pelo bater da porta principal ao se fechar. A tensão no ar, que havia sido quase palpável, começou a se dissipar, deixando um silêncio pesado em seu lugar. Leon ainda estava parado, a mandíbula travada, a raiva pela atitude de sua mãe ainda queimando em seu peito. Jéssica se aproximou dele, colocando uma mão suave em seu braço.
_ Venha, Leon, ela disse, a voz gentil, mas firme.
_ Vamos para o meu escritório