O abraço de Dominic no jardim secreto, sob a luz prateada da lua, havia sido um bálsamo para minha alma ferida, mas também uma faísca que acendeu um fogo que eu não sabia como apagar. Seus braços fortes me apertando, o cheiro inebriante dele, o calor de seu corpo contra o meu – tudo isso me puxava com uma força que eu lutava para resistir. Ele era meu padrasto. O marido da minha mãe. E, para o meu desespero e fascínio, meu companheiro.
Os dias que se seguiram foram uma dança estranha e delicada