ANA
Os dias que se seguiram à cerimônia do meu décimo oitavo aniversário foram uma tortura. Eu me escondia nos meus aposentos, sentindo-me como um animal encurralado. O nome "Dominic" ecoava em minha mente, e o laço de companheiros pulsava em meu peito, uma força avassaladora que eu não sabia como lidar. Ele era meu padrasto. O marido da minha mãe. E agora, ele era meu companheiro. A ideia era tão absurda, tão proibida, que me fazia sentir tonta.
Eu evitava os corredores principais, os salões o