A lua cheia desenhava silhuetas prateadas nas encostas da fazenda. Clara caminhava devagar até o velho estábulo reformado, onde Josué costumava passar parte das noites, sentado com os cavalos, silencioso, envolto em pensamentos que ninguém ousava interromper.
— Trouxe chá de camomila. Disse ela, parando na porta.
Josué ergueu o olhar, surpreso, mas sorriu com ternura.
— Achei que já estivesse dormindo.
— Não consigo. Ela se aproximou, sentando-se ao lado dele.
— Não com tudo isso acontecendo…